O Governo Federal e a Universidade de Brasília (UnB) firmaram um acordo de R$ 1,2 milhão para desenvolver pesquisas em tokenização de dados, inteligência artificial e automação de processos voltados à recuperação de ativos e ao combate à lavagem de dinheiro. A iniciativa busca ampliar a segurança no compartilhamento de informações sensíveis e modernizar as investigações financeiras por meio de novas tecnologias.
Um estudo propõe integrar os sistemas de rastreabilidade das cadeias de carne bovina e soja para aumentar a transparência, fortalecer o combate ao desmatamento e atender às exigências dos mercados internacionais. A adoção de tecnologias como blockchain pode ampliar a confiabilidade dos registros, facilitar auditorias e reforçar a competitividade do agronegócio brasileiro.
A Copa do Mundo FIFA 2026 movimentou mais de US$ 20 bilhões no mercado de criptoativos, impulsionando o uso de fan tokens, NFTs e plataformas de blockchain voltadas ao engajamento de torcedores.
O evento reunirá reguladores, instituições financeiras, empresas de tecnologia e especialistas de diversos países. O evento reforça o protagonismo do Brasil como um dos principais polos de inovação e articulação do ecossistema blockchain na América Latina.
A inteligência artificial está sendo incorporada à auditoria de contratos inteligentes para identificar vulnerabilidades, simular ataques e sugerir correções antes da implantação em redes blockchain. O objetivo é reduzir falhas de segurança, prevenir perdas financeiras e aumentar a confiabilidade de aplicações descentralizadas.
Um projeto de lei apresentado na Câmara dos Deputados propõe o uso de blockchain para registrar e rastrear apostas realizadas via Pix, vinculando as transações ao CPF do apostador. A medida busca ampliar a transparência, facilitar a fiscalização das bets e fortalecer o combate a fraudes e à lavagem de dinheiro.
Pesquisa do CGI.br mostra que a blockchain é utilizada por 25% das instituições federais e 17% das estaduais. Os dados evidenciam o avanço da IA na administração pública e indicam que a blockchain ainda possui amplo potencial de expansão no setor governamental.
O Detran da Bahia passou a registrar em blockchain os documentos de veículos leiloados, garantindo maior rastreabilidade, autenticidade e proteção contra fraudes. A iniciativa amplia a segurança dos processos de compra e venda de veículos.
Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) desenvolveram uma plataforma que utiliza blockchain para garantir a segurança, a integridade e o compartilhamento confiável de dados de pacientes em cuidados paliativos.
Projetos de ciência descentralizada (DeSci) estão utilizando blockchain para financiar pesquisas médicas por meio da tokenização e da participação de comunidades e investidores. O modelo busca acelerar a inovação científica e reduzir a dependência das fontes tradicionais de financiamento.
A UNICEF e a Binance anunciaram novas iniciativas para ampliar o uso da blockchain em projetos sociais, combinando programas educacionais e ações de incentivo para a comunidade. A parceria reforça o potencial da tecnologia para promover inclusão digital, inovação e desenvolvimento sustentável em escala global.
Produtor rural utiliza vacas tokenizadas como garantia para obter crédito, transformando animais em ativos digitais registrados em blockchain. A iniciativa demonstra o potencial da tokenização para modernizar o mercado de crédito rural.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) criou um grupo de trabalho para desenvolver uma regulamentação específica para a tokenização de ações e outros valores mobiliários. A iniciativa busca ampliar a segurança jurídica, modernizar o mercado de capitais e impulsionar a adoção de ativos tokenizados no Brasil.
Flamengo e Fluminense expandem iniciativas com fan tokens, colecionáveis digitais e experiências exclusivas para torcedores por meio da tecnologia blockchain. A estratégia reforça a adoção de ativos digitais no esporte como ferramenta de engajamento e aproximação entre clubes e fãs.
A tokenização está criando novas alternativas de financiamento para mulheres empreendedoras ao conectar empresas diretamente a investidores. O modelo reduz a dependência do sistema bancário tradicional e amplia o acesso ao capital para negócios liderados por mulheres.
A rastreabilidade digital e tecnologias como blockchain estão se consolidando como diferenciais estratégicos para garantir transparência, sustentabilidade e competitividade na cadeia global do algodão.
O Blockchain Rio 2026 anunciou 13 trilhas de conteúdo de temas como tokenização, stablecoins, regulação, inteligência artificial, pagamentos digitais e blockchain, reunindo especialistas do mercado, governo e academia. A programação reforça o papel do evento como um dos principais fóruns sobre a evolução da infraestrutura financeira digital na América Latina.
O Inmetro firmou uma parceria de pesquisa de quase R$ 2 milhões para desenvolver um agente digital de revisão veicular baseado em blockchain, com foco em rastreabilidade, segurança e confiabilidade dos dados automotivos. A iniciativa reúne governo, universidades e setor privado para impulsionar a inovação na mobilidade inteligente.
A SWIFT anunciou uma nova infraestrutura baseada em blockchain para pagamentos internacionais com depósitos tokenizados, reunindo 17 bancos globais, entre eles o Itaú. A plataforma permitirá transferências internacionais 24 horas por dia, sete dias por semana, aproximando o sistema financeiro tradicional das tecnologias de ativos digitais.
À medida que tecnologias como blockchain deixam de ser apenas infraestrutura e se tornam produtos financeiros, cresce a necessidade de modelos regulatórios que integrem aspectos jurídicos, econômicos e tecnológicos. A evolução do mercado exige novas formas de supervisão para garantir inovação, segurança e confiança aos investidores.
Avanços recentes na computação quântica estão levando empresas e desenvolvedores de criptomoedas a acelerar a adoção de criptografia pós-quântica para proteger blockchains e carteiras digitais. Especialistas alertam que a adaptação deve começar antes que essa tecnologia represente uma ameaça real à segurança dos ativos digitais.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) expandirá o uso da blockchain Stellar em programas de pagamentos, após pilotos bem-sucedidos em cinco países reduzirem custos e ampliarem a eficiência das transferências. A iniciativa marca a transição da tecnologia da fase experimental para uma ferramenta permanente em ações de desenvolvimento e inclusão financeira.
Com a Copa do Mundo em andamento, mais seleções estão adotando fan tokens para aproximar torcedores por meio de experiências exclusivas, votações e recompensas digitais. A entrada da Espanha reforça a expansão da tecnologia blockchain no esporte e o crescimento desse mercado global.
O Fundo Monetário Internacional afirma que a tokenização pode aumentar a eficiência dos mercados financeiros, reduzindo custos e ampliando a liquidez, mas alerta para riscos relacionados à estabilidade financeira, governança e regulação. O organismo defende o avanço da tecnologia acompanhado por normas robustas e supervisão adequada para mitigar vulnerabilidades.
O Banco Central publicou novas regras para as prestadoras de serviços de ativos virtuais (como corretoras de criptomoedas), ampliando as exigências de governança, gestão de riscos, capital mínimo e transparência. As medidas aproximam a regulação do mercado de criptoativos das normas aplicadas a instituições financeiras tradicionais e serão implementadas de forma gradual a partir de 2027.
O Google lançou um aplicativo experimental que utiliza inteligência artificial para gerar resumos sobre criptoativos e projetos baseados em blockchain a partir de diferentes fontes de informação. A ferramenta busca facilitar o acesso a informações consolidadas para usuários e desenvolvedores, demonstrando a aplicação de IA na organização e síntese de conteúdos do ecossistema blockchain, embora o foco da notícia esteja mais voltado ao mercado de criptoativos do que a casos de uso da tecnologia blockchain.
O Governo de Minas Gerais iniciou a implantação da Rede Mineira de Dados em Saúde (RMDS), plataforma que integrará informações clínicas de pacientes do SUS entre os 853 municípios do estado. A solução utilizará inteligência artificial para interoperabilidade, o padrão internacional FHIR para troca de dados e blockchain para garantir a integridade, rastreabilidade e auditoria dos acessos e alterações nos registros, sem armazenar os prontuários na blockchain. A rede também será integrada à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).
A Receita Federal divulgou que as stablecoins passaram a representar aproximadamente 80% do volume de criptoativos declarados no país, refletindo seu uso crescente em transações digitais. O levantamento também antecede a entrada em vigor da DeCripto, novo sistema de declaração alinhado ao padrão internacional CARF da OCDE, que amplia a transparência e a rastreabilidade das operações com criptoativos para fins de fiscalização e combate à lavagem de dinheiro e à evasão fiscal.
A participação das mulheres nas operações com criptoativos no Brasil alcançou 41% do total de transações realizadas por pessoas físicas em 2024, segundo levantamento da Receita Federal. Apesar do avanço na inclusão, o volume financeiro movimentado pelas mulheres permanece inferior ao dos homens.
O SENAI-SP, em parceria com a FIESP e a Cardano Foundation, iniciará a capacitação de 130 instrutores e pesquisadores em blockchain. A iniciativa tem foco em aplicações industriais da tecnologia, como rastreabilidade, contratos inteligentes, integração entre empresas e passaportes digitais de produtos. Nos próximos dois anos, a parceria também prevê novos cursos, workshops e projetos de inovação voltados à Indústria 4.0.
A Escola Judicial do TJMG (EJEF), em parceria com a FGV, promove um curso voltado à capacitação de magistrados em temas de regulação digital. A formação aborda fundamentos da regulação de novas tecnologias, fintechs, internet e responsabilidade civil, além de economia digital e tributação, incluindo discussões sobre blockchain e criptomoedas sob a perspectiva jurídica e regulatória.
Após os terremotos que atingiram a Venezuela, organizações, empresas e iniciativas da sociedade civil recorreram à blockchain para acelerar a ajuda humanitária. Doações em criptomoedas, transferências sem taxas e campanhas com rastreamento on-chain permitiram distribuir recursos de forma mais rápida, transparente e verificável às populações afetadas.
A empresa anunciou a expansão de suas operações no Brasil com uma infraestrutura de pagamentos cross-border baseada em stablecoins, voltada para empresas e tesourarias corporativas. A solução visa reduzir custos e acelerar transferências internacionais.
A ACIEG passou a integrar a Rede Blockchain Brasil, iniciativa do BNDES e TCU, e anunciou um projeto voltado à rastreabilidade, certificação e validação de documentos para exportações. A iniciativa busca preparar empresas brasileiras para atender exigências globais de conformidade e fortalecer sua competitividade no comércio internacional.
A FGV-SP realizou a segunda edição global do programa UDAX, da Ripple, reunindo nove startups de blockchain para apresentar soluções a investidores e empresas do mercado financeiro. A iniciativa reforça o papel do Brasil como polo de inovação em ativos digitais e aceleração de negócios.
O evento discutirá os rumos da regulação dos criptoativos e da infraestrutura blockchain no Brasil, reforçando a aproximação entre o setor e os reguladores.
A iniciativa coloca a Algorand entre as primeiras blockchains a desenvolver uma estratégia abrangente para enfrentar os riscos trazidos pelos avanços da computação quântica.
A Copa do Mundo da FIFA impulsiona a adoção da blockchain Avalanche, elevando expectativas sobre o preço do token AVAX e reforçando seu papel no mercado cripto.
Projeto de lei propõe tornar permanentes os ambientes regulatórios de teste (sandboxes) para blockchain, tokenização e ativos digitais no Brasil.
A convergência entre blockchain, inteligência artificial e computação em nuvem está reduzindo custos operacionais e permitindo que startups escalem seus negócios com menos investimento inicial.